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terça-feira, 31 de maio de 2011

Estado lança programa de formação continuada para professores

Quatro mil docentes serão beneficiados. Período de inscrições começa dia 13


Fotos: Cris Torres
30/05/2011 - 15:35h - Atualizado em 30/05/2011
Uma parceria entre as Secretarias de Estado de Educação e Ciência e Tecnologia permitirá a formação de professores da rede estadual de ensino nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Inicialmente, quatro mil professores das duas disciplinas serão capacitados com novas metodologias de ensino e em conteúdo vinculados ao Currículo Mínimo, implementado este ano pela Seeduc.
O curso, de 160 horas (um ano), será oferecido pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado (Cecierj)/Consorcio Cederj, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, e será dividido em quatro módulos. Os professores que participarem do aperfeiçoamento receberão um auxílio mensal de R$ 300, pago pela Seeduc, durante o curso – um investimento total de R$ 13 milhões. O objetivo é rever o conteúdo apresentado nas salas de aula oferecendo novas práticas docentes.


Após a conclusão, os professores poderão, ainda, fazer uma especialização latu sensu em Língua Portuguesa ou Matemática, com mais 200 horas de aulas. Os cursos de especialização serão oferecidos por universidades públicas que fazem parte do consórcio, coordenado pelo Cecierj, que oferece cursos a distância em seis universidades do Rio de Janeiro: Uerj, UFRJ, UFF, Uenf, Uni-Rio e Rural.
- Um dos itens do planejamento estratégico da Seeduc é a formação dos professores, conectada à aplicação do Currículo Mínimo e às provas do Saerijinho. Estes exames, bimestrais, vão servir para tirarmos a temperatura e a pressão das escolas. A partir dos resultados, vamos interferir no plano de metas de cada unidade. Além disso, vamos conceder, até o dia 22, um auxílio qualificação de R$ 500 para os professores da rede, por meio de uma cartão de débito. São ações interligadas, com o objetivo de valorizar a carreira do docente – explicou o secretário de Educação, Wilson Risolia.
Segundo o subsecretário de Gestão da Rede e de Ensino, Antonio Neto, a inscrição para as quatro mil vagas de formação continuada será realizada entre os dias 13 e 27 de junho, no site da Seeduc (www.rj.gov.br/seeduc) e no portal Conexão Professor (www.conexaoprofessor.rj.gov.br ). No processo de seleção, terão prioridade as escolas que necessitam de apoio direcionado em função do desempenho nas últimas avaliações realizadas pela Seeduc. As aulas começam em julho, em pólos educacionais do Cecierj – são 32 em todo o estado.
- Nossa intenção é trabalhar em parceria para oferecer esta oportunidade todo o ano. Também planejamos ampliar as áreas de formação – destacou o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso. Também estiveram na coletiva o presidente do Cecierj, Carlos Bielchowsk, e um dos coordenadores do projeto pelo órgão, Celso Costa,  responsável pelo Ensino a Distância da UFF.

Fonte: http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=479367

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Educadores elaboram apostila de reforço escolar para uso dos professores


Material estará online a partir do próximo mês. A ideia é corrigir distorções de aprendizagem

Fotos: Marcia Costa

Trinta professores da rede estadual se reúnem hoje e amanhã (26/05 e 27/05) no Hotel Ok, no Centro, para a elaboração de uma apostila baseada nos resultados do primeiro Saerjinho - avaliação interna das escolas, realizada em abril pela Secretaria de Estado de Educação. O material produzido trará orientações metodológicas aos professores de Matemática e de Língua Portuguesa da rede, com o objetivo de corrigir deficiências de aprendizado dos alunos, detectadas no exame. A apostila poderá ser usada em aulas regulares ou de reforço, de acordo com as necessidades de adequação de cada unidade escolar.
Os 30 professores participantes - 15 de Matemática e 15 de Língua Portuguesa - foram indicados pelas escolas e contam com mestrado e/ou doutorado em suas áreas. O trabalho tem a supervisão de 14 profissionais da equipe pedagógica da Seeduc, da Superintendência de Avaliação e Acompanhamento do órgão e do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Caed), da Universidade Federal de Juiz de Fora. A apostila produzida pelos educadores vai sugerir como abordar de maneira diferenciada cinco pontos-chave de cada disciplina, por série.
- A prova do Saerjinho foi aplicada a alunos de cinco séries: 5º e 9º ano do Ensino Fundamental e das três séries do Ensino Médio. Para cada série identificamos cinco pontos onde o rendimento dos estudantes não foi satisfatório. Nossa intenção é apontar, aos professores, caminhos para a correção dessas distorções. O material estará disponível online a partir do próximo mês – explicou a superintendente de Avaliação e Acompanhamento da Seeduc, Vânia Machado.  
A superintendente adiantou que, a partir do dia 1º, a Seeduc vai promover fóruns sobre o Saerjinho em suas Diretorias Regionais. A ideia é discutir com os diretores escolares o conceito, a logística e a aplicação dos resultados do exame, que será bimestral na rede estadual de ensino.




quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bullying e a omissão da escola


Uma cena de bullying gravada em vídeo se espalhou rapidamente pela internet no último mês e ganhou destaque na imprensa mundial. As imagens, registradas em uma escola australiana, mostram o momento em que Casey Heynes - aluno de 15 anos constantemente agredido pelos colegas - se rebela e parte para cima de um de seus agressores. Com o sucesso na rede, Heynes passou de vítima a herói. Alguns dias depois, os dois garotos eram entrevistados em programas de televisão, apresentando sua versão dos fatos.
No calor da repercussão e na maneira superficial como o tema foi tratado pelas emissoras, perguntas fundamentais ficaram sem resposta. Qual o papel da escola na história? O que levou o garoto à reação extrema? Há, de fato, algum herói? Para responder a essas e outras dúvidas, NOVA ESCOLA ouviu as pesquisadoras Adriana Ramos e Luciene Tognetta, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral (GEPEM) da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As considerações das especialistas têm como objetivo mostrar a professores, gestores e pais quais ensinamentos podem ser tirados do fato e como usá-lo no combate - constante - ao bullying.
O papel da escola
Pelos comentários publicados na internet sobre o vídeo e pela própria maneira como as reportagens foram editadas, percebe-se que quase ninguém questionou o papel de professores e gestores da escola australiana. As especialistas da Unicamp explicam que, por ser um problema que ocorre entre os alunos, o bullying pode mesmo demorar para ser detectado. "Em muitos casos, quando pais e professores ficam sabendo, a criança já sofre há pelo menos dois anos", comenta Adriana Ramos.
Essa dificuldade, no entanto, não deve ser usada como desculpa para a escola se eximir de responsabilidade. No caso australiano, há fortes indícios de que professores e gestores foram omissos. "Não é possível que ninguém viu o menino passar por tanta humilhação", comenta Luciene Tognetta. Tudo leva a crer que a escola não tomou as atitudes necessárias nem antes nem depois de o problema aparecer.
A reação da diretoria ao saber da briga reforça essa suspeita. Ao saber do ocorrido, a escola optou por suspender os dois alunos. Com isso, deixou de lado todas as características do bullying e passou a lidar com o problema como se fosse uma briga comum - sem dar importância para as razões que levaram Heynes ao ato de violência. "Ao suspender os dois, a escola não evidencia que, por trás da violência, está o bullying, nem dá a eles a chance de refletir sobre a questão", diz Adriana.


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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/caso-casey-heynes-bullying-omissao-escola-622917.shtml

terça-feira, 24 de maio de 2011

O desafio de ensinar a língua para todos

A polêmica sobre o "falar popular" revela a necessidade de dialogar com os alunos não familiarizados com a norma-padrão

Qué apanhá sordado?
- O quê?
- Qué apanhá?
Pernas e cabeças na calçada.

 
É óbvio: o célebre poema O Capoeira, de Oswald de Andrade (1890-1954), está quase integralmente em desacordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. Isso não impede, entretanto, que Pau Brasil, o livro de 1925 em que o texto está incluído, seja estudado nas escolas e frequente as listas de leitura obrigatória das mais concorridas universidades do país.
Do regionalismo de Jorge Amado à prosa contemporânea da literatura marginal, passando pelo modernismo de Mário de Andrade e Guimarães Rosa, refletir sobre as variedades populares da língua, típicas da fala, tem sido uma maneira eficaz de levar os alunos a compreender as formas de expressão de diferentes grupos sociais, a diversidade linguística de nosso país e a constatação de que a língua é dinâmica e se reinventa dia a dia.
A discussão, porém, tomou um caminho diferente no caso do livro Por Uma Vida Melhor, volume de Língua Portuguesa destinado às séries finais na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Um excerto do capítulo "Escrever É Diferente de Falar" foi entendido como uma defesa do "falar errado". Muitas pessoas expressaram o temor de que isso representasse uma tentativa de desqualificar o ensino das regras gramaticais e ortográficas que regem a Língua Portuguesa. De fato, não se pode discutir que o papel da escola é (e deve continuar sendo) ensinar a norma culta da língua.
Conhecer e dominar a comunicação segundo o padrão formal representa, sem dúvida, um caminho poderoso para a ascensão econômica e social de indivíduos e grupos. Acima de tudo, é uma das maneiras mais eficazes por meio das quais a escola realiza a inclusão social: permitir o acesso a jornais, revistas e livros é abrir as portas para todo o conhecimento científico e filosófico que a humanidade acumulou desde que a escrita foi inventada.
Mas, afinal, do ponto de vista da prática pedagógica, está correto contemplar nas aulas a reflexão sobre as variantes populares da língua? A resposta é sim. A questão ganhou relevância com a universalização do ensino nas três últimas décadas. Com a democratização do acesso à Educação, a escola passou a receber populações não familiarizadas com a norma-padrão. Nesse percurso, surgiu a tese de que falar "errado" representava um impedimento para aprender a escrever "certo". Pesquisas na área de didática mostraram exatamente o contrário: o contato com a norma culta da escrita impacta a oralidade. Ao escrever do jeito previsto pelas gramáticas, o aluno tende a incorporar à fala as estruturas e expressões que aprendeu.


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Atenção Professores do Ensino Médio!

Escolha do Livro Didático



A partir da próxima segunda-feira, dia 23 de maio, os professores de Ensino Médio da rede pública estadual começam a registrar a escolha dos livros didáticos que deverão usar nos próximos três anos. O registro deve ser feito até 12 de junho, no site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do Ministério da Educação, determina que a seleção tenha como referência o Guia do Livro Didático, disponível no mesmo endereço, com orientações às equipes escolares e as descrições das obras.

Todas as escolas de Ensino Médio irão receber, pelos correios, a “Carta Amarela” do FNDE, contendo login e a senha de acesso ao sistema para registro da escolha dos livros. Durante o período de escolha, a escola deve zelar para que os representantes das editoras não interfiram na decisão dos professores, conforme prevê a Portaria Normativa nº 7, de 5 de abril de 2007. Os exemplares serão entregues aos alunos do Ensino Regular e EJA.

Cada estudante tem direito a um exemplar das disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia. Com uma estrutura física resistente, o livro deve ser reutilizado por três anos consecutivos, beneficiando mais de um aluno nos anos seguintes. Pela primeira vez, serão distribuídos livros de Língua Estrangeira Moderna (Inglês e de Espanhol), Sociologia e Filosofia. No caso das obras de Sociologia e Filosofia, os professores escolherão um volume que contemple os conteúdos curriculares de todo o Ensino Médio. Diferentemente dos demais, esses livros não precisam ser devolvidos no fim do ano, assim como os de Língua Estrangeira Moderna.

O livro escolhido só poderá ser substituído por outro título no próximo PNLD, ou seja, daqui a três anos. As coleções que se encontram no Guia diferem entre si no grau de adesão aos critérios de qualidade e na forma como organizam as propostas didáticas, propiciando dinâmicas de trabalho diferenciadas. Para que a escolha reflita a realidade da escola e seja adequada ao currículo mínimo da disciplina (quando houver), o diretor escolar deve reunir sua equipe em grupos para a leitura e a discussão do Guia. Os grupos podem ser formados por disciplina ou por turno, por exemplo. Esses eventos serão registrados em uma ata assinada por todos os participantes. Conforme o PNLD, a escolha de uma obra para uma determinada disciplina vale para toda a escola.

“A escolha do livro deve ser encarada como um evento pedagógico da escola. Adotar um livro é usá-lo criticamente na vigência de três anos. Portanto, não façam escolhas individuais ou irrefletidas. Discutam exaustivamente e decidam como equipe. O livro é uma escolha da escola, com consequências de curto e médio prazo”, recomenda a coordenadora de Materiais Didáticos da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), Márcia Milena.


A participação dos professores é fundamental

Para muitos professores, o processo de escolha poderá parecer um limite arbitrário para sua autonomia profissional. Entretanto, se todos participarem da tomada de decisão, os benefícios dessa aparente limitação serão muitos. Em primeiro lugar, porque a discussão dos motivos que levam cada professor a preferir determinada obra contribui para a formação continuada de todos, na medida em que produz critérios e argumentos para um consenso. Em segundo lugar, porque o livro se torna referência para a organização prática do trabalho didático-pedagógico da disciplina.

“A partir de um recurso comum, alunos ou professores que mudam de turma ou de turno se situam com mais facilidade no andamento do curso. Por todos estes motivos, a escolha se torna um excelente meio para fortalecer o trabalho coletivo e colocar em prática o projeto pedagógico e curricular da escola”, conclui a coordenadora.


Clique aqui para saber como relacionar a escolha dos livros ao Currículo Mínimo.

Clique aqui para saber como funciona o PNLD.


Fonte: http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/especiais_indice.asp

quinta-feira, 19 de maio de 2011

ATENÇÃO ALUNOS!


ENEM 2012 Inscrições - As inscrições para ENEM 2012 vão estar abertas a partir do próximo dia 23 de Maio de 2011, por isso, se você pretende inscrever-se no ENEM 2012, terá que fazer a sua inscrição até ao dia 10 de Junho de 2011. O preço de inscrição para o ENEM 2012 irá rondar os R$ 35, caso o aluno não tenha possibilidade de pagar e tenha em sua posse a sua declaração de carência, estará isento deste pagamento.

Datas dos exames/Provas do ENEM 2012

Os exames serão nos dias 22 e 23 de Outubro de 2011.
Boa Sorte!
Para efectuar a sua inscrição para o ENEM 2012, acesse:


Fonte: http://www.vixpta.com/2011/01/26/www-enem-inep-gov-br-enem-2012-inscricoes/

terça-feira, 17 de maio de 2011

ATENÇÃO PROFESSORES!!!


Facilite sua vida!!
Venha participar do Curso "Planilha de Avaliação - Excel" utilizando seu notebook.
Será ministrado pela OT Luciana com certificado do SAPI.
Maiores informações, procure a Orientação Tecnológica para sua inscrição.
 Turma:
3º Turno: 07/06 e 14/06 (terça- feira) 


Aguardamos você...
Orientação Tecnológica